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Oração

É bíblico orar a Deus pedindo a cura de um enfermo, mas antes de pedir a intervenção divina, é próprio e necessário instruir o enfermo para que confesse a Deus os seus pecados, obtendo dEle o perdão e o poder para abandoná-los .

            Seria uma incoerência pedir a Deus que cure um enfermo de bronquite causada pelo cigarro ou de câncer do pulmão, com a mesma causa, por exemplo, sem que ele tenha decidido abandonar o hábito que lhe acarretou essas doenças. Fazê-lo seria mostrar presunção ou irreverente pretensão. Se Deus curasse o enfermo e ele continuasse fumando, sua saúde recuperada seria muito mais uma maldição do que uma bênção.

            Seguindo o exemplo de Cristo no Getsêmani, a oração pelos doentes deve assumir a forma de uma intercessão e não de uma ordem. Não podemos pedir: “Seja feita a tua vontade”.

            Nem todos serão curados e não por falta de Fé. O apostolo Paulo repetidamente pediu a Deus que lhe curasse certo mal, e a resposta foi sempre: “A minha graça te basta; porque o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”. Neste caso, como em muitos outros, Deus permitiu a enfermidade por um propósito misericordioso e disciplinatório. Deus permite que muitos enfermos que lhe rogam a cura morram, e declara “Bem aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor; sim diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos e as suas obras os sigam” Apoc. 14:13

            Por outro lado, a cura divina opera muitas vezes na forma de um milagre instantaneamente e aparentemente sem seguir processos naturais. Em numerosos exemplos, porém a cura não dispensa a inteligente colaboração humana e o uso de recursos médicos e terapêuticos que Deus tem posto nas mãos do homem

Pense nisso!!

                                                                                                                      Paula Camin

 
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